Dayane Rúbila Lobo Hessmann, 23 anos, sente no dia a dia todos os problemas originados pelo caráter temporário do seu trabalho. Ela é professora da rede estadual de ensino do Paraná, contratada via PSS desde 23 de setembro. Já enfrentou problemas salariais e de cunho pedagógico. “Você pega o barco andando, com uma turma que já teve vários professores. Nós acabamos servindo mais de tapa-buraco”, afirma. “É uma bagunça. Você não consegue desenvolver seu método de ensinar”, complementa o professor de Português José Eduardo da Costa, 21 anos, outro contratado via PSS.
De acordo com a presidente da entidade que representa os professores e profissionais em educação no Paraná (APP-Sindicato), Marlei Fernandes de Carvalho, os professores temporários ficam sujeitos a conseguir aulas onde sobrar, o que acaba por causar uma insegurança para o profissional e para os alunos. “Ficar mudando o tempo todo não é saudável”, opina. Marlei explica que professores temporários e efetivos que trabalham 20 horas por semana têm salário igual (R$ 800), mas os contratados por PSS não são beneficiados com ascensão e promoções na carreira.
Marlei ainda ressalta que a APP-Sindicato luta para que os professores aprovados no concurso de 2007 sejam nomeados. De acordo com ela, entre 10 mil e 15 mil profissionais foram aprovados, mas não foram chamados. Outros 3 mil chamados ainda não foram nomeados. (TD)
“Entendemos que para garantir a qualidade na educação é necessário um quadro permanente de pessoal efetivo concursado lotado na Secretaria de Educação, com plano de cargos e salários”, afirma o secretário de assuntos educacionais do Conselho Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo. Segundo ele, um quadro formado por um alto índice de temporários dificulta a formação continuada dos professores, já que o vínculo deles não supera dois anos. “Isso faz com que não se complete um ciclo de formação”, opina.
De acordo com a presidente da entidade que representa os professores e profissionais em educação no Paraná (APP-Sindicato), Marlei Fernandes de Carvalho, os professores temporários ficam sujeitos a conseguir aulas onde sobrar, o que acaba por causar uma insegurança para o profissional e para os alunos. “Ficar mudando o tempo todo não é saudável”, opina. Marlei explica que professores temporários e efetivos que trabalham 20 horas por semana têm salário igual (R$ 800), mas os contratados por PSS não são beneficiados com ascensão e promoções na carreira.
Marlei ainda ressalta que a APP-Sindicato luta para que os professores aprovados no concurso de 2007 sejam nomeados. De acordo com ela, entre 10 mil e 15 mil profissionais foram aprovados, mas não foram chamados. Outros 3 mil chamados ainda não foram nomeados. (TD)
“Entendemos que para garantir a qualidade na educação é necessário um quadro permanente de pessoal efetivo concursado lotado na Secretaria de Educação, com plano de cargos e salários”, afirma o secretário de assuntos educacionais do Conselho Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo. Segundo ele, um quadro formado por um alto índice de temporários dificulta a formação continuada dos professores, já que o vínculo deles não supera dois anos. “Isso faz com que não se complete um ciclo de formação”, opina.
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